Recebi um pedido de errata por parte de Lucia Stabile da CIE. Havia resolvido não abrir mais espaços para polêmicas inúteis aqui na moita, mas abro uma exceção, primeiro porque ela está certa, e devo mesmo fazer a errata; segundo porque ela faz o pedido com muita classe e humor, e é preciso reverenciar os "inimigos" quando eles estão certos. Peço licença para reproduzir a sua carta aqui.
Oi, boa a crítica do musical "My Fair Lady", mas ela está errada. Dessa vez não é a "milionária pizzaria da CIE Brasil" que produz o espetáculo. Acho que o crítico fez confusão, pois quem cuida da produção é o Jorge Takla, não "a empresa mexicana"... Somos, inclusive, concorrentes de bilheteria.
O último parágrafo mostra claramente que a preocupação com as pizzarias é tanta, que falta checar um pouco mais as informações.
Por favor, publiquem uma errata sobre a crítica.
abs,
Luciana Stabile
Minha resposta:
Caros:
Desculpem pelo constrangimento. Ao invés de "Assim, na milionária pizzaria da CIE, Cláudio Botelho segue com seu dom" deveria ter escrito "Assim, como na milionária pizzaria da CIE, Cláudio Botelho segue..." E ao invés de "Pode ser a contribuição da empresa mexicana" deveria ter escrito "Pode ser também esta a contribuição...". No mais, nada do que eu disse é indevido ou não notório.
Aproveito que estou errado para me queixar também, e sugerir que não se acrescente nada a meu texto sem me consultar antes. "A boa marca dos 100.000" nunca foi argumento nas minhas críticas. É como brinco com meus alunos: "coma merda: 100 bilhões de moscas não podem estar erradas."
Deveria é claro ter checado de quem era a produção. Mas dei ênfase para a CIE para aproveitar a estréia mais quente do "Miss Saigon", já antecipando minha opinião à respeito da iniciativa. Não acontecerá mais.
Sérgio Coelho


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